segunda-feira, 7 de junho de 2010

A NOVA ERA E SUA MUSICA


Há trinta anos vem-se formando uma onda cultural/filosófica/religiosa que pretende reagir contra o presente estado da humanidade e empurrar esta a uma nova consciência, para uma nova forma de ser espiritual. Esta onda é chamada de Nova Era (New Age) e não há nenhum aspecto de nossa vida hoje que não tenha sentido seus efeitos de alguma forma.

A Era "New Age" ou NOVA ERA descreve um movimento na cultura ocidental para explorar as questões espirituais, sem as dificuldades de qualquer conjunto de doutrinas religiosas. Para muitas pessoas, o termo "New Age" claramente se refere a um importante ponto de passagem cultural na história.

Segundo astrólogos, vivemos a Era de Peixes, que foi dominada pelo cristianismo.
Mas a idade de Peixes ja é substituída pela Nova Era de Aquário no início do terceiro milênio. A Era de Aquario tem esse perfil de alta no movimento da Nova Era em grande parte devido à influência da teosofia, espiritualismo e Antroposofia, e os seus antecedentes esotéricos.

A filosofia da nova era quer criar um mundo novo, perfeito pela integração cósmica de todas as coisas. Tudo deve ser observado globalmente. Cada pessoa deve sentir-se como uma parte da natureza e de todo o cosmo.

Juntamente com esse movimento, surge a musica new age, um estilo de música moderna que caracteriza-se por um tom relaxante com harmonias de sonho e meditação, muitas vezes incorporando sintetizadores e instrumentos acústicos e étnicos.
Comecei ouvindo "Enya" ha alguns anos atrás e apaixonei-me por seu tom que lembra florestas inglesas e cantos da natureza que nos fazem fluir por mundos mágicos.

Depois conheci Jean Michel Jarre e Corciolli, Kitaro e Vangelis.
E o mundo da NOVA ERA começou a tomar conta do meu imaginário e da minha paixão pela musica. Ao contrário das harmonias mais pausadas da música clássica, a música New Age faz maior uso de instrumentação eletrônica e tem um tom mais relaxante.

Aliás não é preciso ser necessáriamente relaxante, ela leva um carimbo de "mantra",uma repetição que leva á uma abstração.
Ouvi outro dia um CD de cantos indigenas americanos, com tambores maravilhosos, nada relaxante. Mas capaz de levar a um transe na concentração de seus ritmos...




Um comentário:

Zé Clemente disse...

Jean Michel Jarre eu acho que ouvi apenas duas vêzes. Ótimo.

Por falar em sons indígenas americanos, essa é uma muito representativa dessa sensação.

http://entradafranca.wordpress.com/2010/06/08/creedence-o-pedrao-sempre-tocava/